segunda-feira, 14 de junho de 2010

O choque da realidade...

Demorei a fazer a mala...

Na realidade ainda não a tenho pronta. Terminá-la dá uma sensação de realidade que ainda não estou preparada para enfrentar...

Saber que vou deixar as minhas princesas, ainda que seja apenas durante alguns dias (espero eu, claro), torna tudo tão real, tão assustador...
Por outro lado, a ansiedade começa a fazer-se sentir, o saber qual o passo que vem a seguir, o amor que já sinto, mesmo que este não tenha ainda um objecto tangível de afeição...

Eu sei que isto não deve fazer grande sentido, mas para mim... Faz todo o sentido!
...sempre...

O ciclo...

Falta pouquinho para o ciclo ficar finalmente completo!
Agora, é só esperar para ver...
...sempre...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

E você? já tem um?...


A FENACERCI – Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social apresentou o Pirilampo Mágico 2010.


Este ano “Viver é Preciso” é o tema da campanha nacional. De 8 a 31 de Maio, por todo o país estarão à venda pirilampos por apenas 2€, T-shirt´s a 6€, Pin’s a 1€ e o CD 5€.


A campanha já tem 23 anos, sempre com o objectivo de estabelecer igualdade de oportunidades e cidadania a pessoas com deficiência.


Se não pode dar muito, dê pouco... Mas ajude!
...sempre...

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Futuro...

O futuro assusta-me!
Estou neste momento na dificil situação de me encontrar preocupada não só com o meu futuro, mas com o futuro de dezenas de pessoas que trabalham comigo. A nossa empresa atravessa um momento tão crítico que nem me lembro de alguma vez ter estado perto deste cenário... Nem nos meus piores pesadelos.
E a realidade é que ninguém sabe o que o futuro nos vai trazer, mas tenho muito medo que não seja a solução para os nossos problemas.
Não vejo aqueles que foram eleitos a fazer nada para nos ajudar nestes momentos dificeis e revolta-me quando os vejo a imitar crianças a ofenderem-se mutuamente quando deveriam, isso sim, tentar (em conjunto, porque não?) encontrar uma saída para o buraco negro em que grande parte do país já está.
As lágrimas correm-me por não poder acabar com esta angústia... Começo a entender o desespero de algumas pessoas que querem o melhor mas não o conseguem atingir....
Não sei mais o que fazer... Precisava de um milagre, mas nem nesses acredito mais...
...sempre...

terça-feira, 2 de março de 2010

Ópera...

Levei as minhas pequenas à ópera!
De marionetas, é certo, mas deve ser uma das melhores maneiras de introduzir algo que é, por vezes de dificil aceitação no quotidiano das crianças.
A realidade é que elas adoraram!
De louvar a companhia de teatro de Almada que fez realmente um espectáculo lindo com uma obra linda como é " o Barbeiro de Sevilha!" de Rossini.
Gosto do facto de ter hoje acesso a determinados tipos de espectáculo (ainda que não seja mesmo ao virar da esquina) que nem existiam fora de Lisboa quando eu era da idade das minhas filhas.
Sinais dos tempos, penso eu...

...sempre...

segunda-feira, 1 de março de 2010

Voar...

Por vezes, também eu gostava de poder voar...

...sempre...

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Sons da noite...

In http://ferrus.blogs.sapo.pt/arquivo/noite.jpg

Acabo de ouvir um tiro!
Nada de mais, penso eu mas, a hora tardia, as series que passam na TV cabo, a violência crescente que nos invade através dos media, e uma imaginação fértil, trataram logo de criar um argumento digno de série policial.
Curioso como, quando nos encontramos em casa apenas na companhia de crianças menores, qualquer barulho, por mais inocente que seja, nos desperta e nos coloca em alerta. Acho que é esse um dos sinais mais flagrantes da maternidade!
Eu prefiro pensar que é tudo muito mau e chegar à conclusão de que afinal não era nada de mais do que facilitar e acreditar que os ruídos que por vezes cortam o silêncio da noite fazem parte dos ruídos nocturnos normais e ser depois surpreendida por algo mais.
Analisando o tiro mais a frio, poderia não ser mais do que alguém a afugentar uma raposa de forma a proteger o seu rebanho (algo tão comum nestes lados) ou poderia ser mesmo algo mais, e neste caso, acredito que ainda virei a descobrir, novamente pelos media.
De qualquer maneira, prefiro continuar alerta!
…sempre…

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Mea Culpa...

Coloquei em risco uma das coisas que mais amo na vida!
Agora, com o pior já ultrapassado, sou constantemente assolada de um sentimento de culpa com uma mistura de temor extremo. Esta é a parte que mais me está a custar a ultrapassar.
Por vezes, nem pensamos bem quão frágeis podem ser as coisas que mais amamos e, basta um momento em que não medimos devidamente as consequências para tudo se desmoronar como um castelo de cartas.
Após o susto, só me resta continuar a minha vidinha, com a certeza que esta é uma lição de vida que nunca esquecerei!
...sempre...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Boas Festas... Da melhor maneira...

Talvez por estarmos sempre a ouvir nas notícias, nas salas de espera e até no café da esquina que o nosso país é isto e aquilo, por vezes temos alguma dificuldade em acreditar que também temos coisas boas no nosso país!

Mas, porque nem só de momentos amargos vive Portugal, gostava de partilhar convosco algo que, apesar de vir já fora de época, é uma atitude que considero que deva ser reconhecida e partilhada.

Parabéns a quem imaginou! E a quem executou!

...sempre...

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Neste Natal, não esqueçam...

Há coisas mais importantes...

...sempre...

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Ter razão, ou ser feliz...

Recebi este pequeno texto para reflexão por email.
Como tal, não me é possível identificar a sua fonte, pelo que peço desculpa à autora.
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"Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
MORAL DA HISTÓRIA: Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais frequência: 'Quero ser feliz ou ter razão?'
Eu já decidi.... EU QUERO SER FELIZ e você?"
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...sempre...

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

5 para os 40...

Fiz anos recentemente.Os "enta" aproximam-se a passos largos!
E eu não os temo, pelo contrário, aguardo ansiosamente a sua vinda, como quem espera pela sapiência que a experiência proporciona a quem a deseja.
Sinto-me a entrar numa fase de serenidade, e anseio pela continuação deste estado de espírito.
O que trará o futuro? Calmamente...aguardo...e vou vivendo!...
...sempre...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Férias...

Há quem tenha ido, quem ainda vá, quem não possa e/ou quem não queira ir...

(Porto Santo)

A todos, um bom regresso ao trabalho e... para o ano há mais...

...sempre...

terça-feira, 21 de julho de 2009

Pequenos gestos...

Hoje, estava a trabalhar com um colega (grande amigo, também) há algum tempo, quando ele se ausenta para voltar pouco depois com uma garrafa de água. "Lembrei-me que pudesses estar com sede, afinal já estamos aqui há algum tempo...", disse ele, ao colocar junto a mim uma garrafa de água fresca.
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Não estranhei de forma alguma a sua atitude, afinal, a pessoa amiga que ele é leva-o a que tenha este tipo de atitudes em várias situações e com várias pessoas, mas hoje, quis que o seu gesto ficasse registado, pois, é de pequenos gestos como este e outros, de amizade desinteressada (pois ele nada ganha além de amizade, quando faz tais mimos a mim e a tantas outras pessoas - não obstante, um pequeno grande prémio, em meu entender) que a amizade se mantém... e floresce!
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Achei que devia lembrar a todos, que um pequeno gesto, que a nós nada custa, do outro lado, será concerteza benvindo... E a amizade sairá a lucrar!!!
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...sempre...

segunda-feira, 20 de julho de 2009

É fácil...

É fácil dizer "tem calma!..."
É fácil dizer " vai ficar tudo bem!..."
É fácil dizer " não há-de ser nada!..."
Mas quando é a nossa filha que vemos inanimada, quase sem pulso, quando minutos antes brincava e ria alegremente...
Não é fácil!!!
não é fácil ter calma...;
não é fácil acreditar que vai ficar tudo bem...;
não é fácil pensar que não há-de ser nada!!!
Mesmo que no fim tudo fique bem, mesmo que tudo se resolva e não haja mazelas, a pressão que exercemos nas nossas emoções demora a passar... E não é fácil...
Mesmo que todos digam que sim... Eu digo que não!!!
...sempre...

sábado, 18 de julho de 2009

Velhos são os trapos...

Porque eu até acho que a idade é um estado de espírito e não pode servir de desculpa para se dizer " eu até que gostava, mas a idade já não o permite", hoje trago a prova...

Lembrem-se que a idade não é impeditivo para nada... Nós é que decidimos o que queremos fazer da nossa vida!
Conheço pessoas acima dos 50 com "idade" de jovens adolescentes e adolescentes octagenários!!!
...sempre...

terça-feira, 14 de julho de 2009

Eles riem...nós choramos...

Cá estamos nós, diariamente, ocupados demais a olhar para o nosso próprio umbigo...
Até que vemos algo que nos acorda, que nos 'força' a olhar para o exterior e ver o que os nossos olhos se recusaram até então, o que o nosso coração quer ignorar... Mas a nossa vergonha não nos permite...
Chorei... Chorei muito ao ver este filme e, se não fizer mais nada, espero que faça chorar todos quantos o vejam... É sinal que ainda sentem, que ainda estão vivos...E que ainda podem ajudar...
...sempre...

Sou...com muito orgulho...

"Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei-de dizer-lhes:

- Eu amei-vos o suficiente para ter perguntado onde vão, com quem vão e a que horas regressarão;
- Eu amei-vos o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia;
- Eu amei-vos o suficiente para vos fazer pagar os rebuçados que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro e fazer-vos dizer ao dono: “ Nós tirámos isto ontem e queríamos pagar”;
- Eu amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vós, duas horas, enquanto limpavam o vosso quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos;
- Eu amei-vos o suficiente para vos deixar ver além do amor que eu sentia por vós, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos;
- Eu amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas acções, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração;

- Mais do que tudo, eu amei-vos o suficiente para vos dizer não, quando eu sabia que vocês poderiam odiar-me por isso ( e em alguns momentos até odiaram);

Estas eram as batalhas mais dificeis de todas. Estou contente, venci… Porque no fim, vocês venceram também!
E, qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva pais e mães; quando eles lhes perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão poder dizer-lhes:"

“Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo… As outras crianças comiam doces no café e nós só tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e gelados ao almoço e nós só tínhamos para comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
Os nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que é que fazíamos com eles.”

“Insistiam que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Os nossos pais insistiam sempre para que lhes disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.”
“E, quando éramos adolescentes, eles até conseguiam ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!”
“Os nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem à buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater á porta, para que os nossos pais os conhecessem.”

“Enquanto podiam todos chegar tarde a casa á noite com apenas 12 anos, tivemos que esperar pelo menos até aos 16 anos para poder chegar um bocado mais tarde, e aqueles chatos ainda se levantavam para saber se a festa tinha sido boa (só para ver como estávamos ao voltar).”
“Por causa dos nossos pais, perdemos imensas experiências na adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, roubos, actos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.”

“Foi tudo por causa dos nossos pais!”
“Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o melhor para sermos ‘PAIS MAUS’, como eles foram.”

“Acho que este é um dos males do mundo de hoje:”
“- Não há pais maus suficientes!”
Dr. Carlos Hecktheuer, Psiquiatra
..sempre...