quinta-feira, 25 de junho de 2009

Portugal e a crise...

Que estamos em crise, já todos sabemos...
Somos bombardeados diariamente com notícias de falências, desespero, filas intermináveis nos centros de emprego e de repente, recebo um mail que me faz pensar; "Estou ou não a fazer tudo o que posso para ajudar o país a sair da crise"?
Sim, porque todos somos , de uma forma ou outra, com mais ou menos responsabilidade, impulsionadores da crise e/ou da recuperação da economia nacional. Senão vejamos:
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O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt),começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.
Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café(importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in ChechRepublic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).
Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).

Depois de preparar as torradas de trigo (Produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena(Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (Produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (Produced in Chile), ligou aTV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...
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Temos em Portugal profissionais invejados a nível mundial e produtos de qualidade que não se encontram em qualquer outro lugar do globo. Os nossos produtos são feitos com carinho e dedicação e acabam por ter de ser enviados para o estrangeiro pois, por alguma razão desconhecida, em Portugal o produto português é desvalorizado enquanto que, lá fora é sinal de prestígio e qualidade.
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Sabia que o maior produtor de Vinho do Porto (um dos nossos orgulhos nacionais...) é a Califórnia???
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Resolvi colocar este post na esperança que, quem o leia, divulgue, não o blogue, mas a mensagem que aqui coloco para todos os consumidores portugueses.
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Adquira produtos Portugueses, confie no seu país...
Depende também de nós ajudá-lo a sair da crise...
...sempre...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Exemplo de mulher...

Atrás de um grande homem, há sempre uma grande mulher...
Tenho na minha vida um exemplo claro de que isso é verdade. A minha mãe!!!
Há algum tempo atrás, almoçava eu com uma amiga e um seu colega de trabalho, enquanto ele confessava que poderia ter feito muita coisa (desejada) na sua vida se a sua esposa não tivesse funcionado toda a vida como uma âncora... Sei que há muitos casos em que é esta a triste realidade.
A minha mãe, na vida do meu pai, em nada se pode comparar a uma âncora, servindo, isso sim, para manter o meu pai com os pés bem assentes no chão, sem no entanto, o impedir de voar...E esta grande mulher faz hoje anos!!!
Parabéns mamã e obrigada, pelo exemplo de força e determinação!

...sempre...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Mudam-se os tempos...


Está certo que antigamente também era um bocadinho a abusar, mas...

Eu mesma fui vitima de uma "criatura" (desculpem-me, mas mesmo passado todos estes anos - quase 30, isto é mesmo o melhor que lhe consigo chamar) sem escrúpulos que se dizia professora...

Mas hoje em dia... Parece que os professores têm de pedir desculpa por se atreverem a dizer aos alunos que têm de se esforçar um bocadinho mais ou comportar-se... Começa a ser preocupante para todos nós...

Nota: gostava de salientar que não sou professora, não sou casada com um professor, não tenho filhos, pais, irmãos ou primos que sejam professores...

Mas sou uma pessoa consciente que reconhece a importância do papel de bons professores na educação dos nossos filhos, pois é com a sua AJUDA* que faremos das nossas crianças futuros jovens e adultos responsáveis.
*Ajuda, sim, porque a função é nossa, eles estão lá para nos ajudar (e muito fazem já), não para tomar as rédeas da educação dos nossos filhos...
A todos os educadores, que desempenham o seu papel com dignidade e respeito, o meu muito obrigada.
...sempre...

sábado, 6 de junho de 2009

É a nossa vez...

Por vezes, esquecemos o que é mesmo importante...
Eles já foram os pais... Agora, é a nossa vez...
...sempre...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Criança...

Quando as vejo sorrir, a minha alma sorri!
Quando as ouço rir, alegro-me por presenciar e potenciar aquele riso...
Nunca ninguém conseguirá ir ao fundo de um riso de criança
Victor Hugo
Quando vejo uma criança, ela inspira-me dois sentimentos: ternura, pelo que é, e respeito pelo que pode vir a ser
Louis Pasteur
A melhor maneira de tornar as crianças boas, é torná-las felizes
Oscar Wilde
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Depende de nós ajudar a criança de hoje, a tornar-se no adulto de amanhã...sempre...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Por si, por nós, por eles...

Todos nós fazemos ocasionalmente, por preguiça, esquecimento ou mesmo desconhecimento, algumas coisas que podem hipotecar o futuro dos nosso filhos e de tantos outros seres (estes últimos muitas vezes sem voz que se levante e os defenda)...Depende de nós a sua sobrevivência e, não nos enganemos, a nossa também!!!
Convido-os a ver este pequeno vídeo e lembrem-se que se nós desistirmos... Eles desistem também... Vamos agir agora... Antes que seja tarde demais...

...sempre...

domingo, 24 de maio de 2009

O poder de um voto...

Ouve-se dizer muita vez " se eu mandasse, fazia isto...", "Se eu mandasse, isto seria diferente...". Eu, pessoalmente, acho que há muitas pessoas com ideais, mesmo no nosso panorama político, que um dia também disseram " se eu mandasse, as coisas seriam diferentes...".
E é exactamente aí que a coisa dá para o torto! Porque depois de todos estes ideais, são cumuladas cores políticas, ataques de várias frentes, e é exactamente aí que eu discordo da política, propriamente dita.
Eu defendo que todas as ideias deviam ter oportunidade de sair da gaveta, independentemente da sua cor política ou de quem as apresenta. Como governante, o meu dever não é zelar pelos interesses do povo? O que me interessa se uma ideia, que pode diminuir o desemprego, aumentar a eficácia do sistema jurídico ou mesmo diminuir as imensas listas de espera na saúde, foi apresentada pelo meu opositor? O povo não reagiria melhor a alguém que coloca, acima do seu próprio orgulho, o interesse nacional, do que alguém que, só pela cor política de quem apresentou a ideia ser adversa da sua, a renega ainda que da sua aplicação muito bem pudesse advir?
Eu, confesso que anseio pela utopia, pelo ser que consiga, antes de mais, chegar à cadeira do poder, manter-se fiel aos seus ideais e inabalável pelos lobbies e finalmente, governar com a melhoria de vida da população em vista e não a sua.
Será que existe este ser? Já nasceu? Vai honrar o seu destino? Ou como tantos outros... Quem sabe se a algum dos nossos filhos está destinado este posto...
...sempre...

sábado, 23 de maio de 2009

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Desapareceu...

No fim de semana, assisti a um programa que versava sobre o enigmático desaparecimento de uma menina estrangeira quando de férias com os seus pais e irmãos em terras algarvias. Quem não conhece ainda esta história?
Uma das teorias debatida no programa era a morte acidental da menina que houvera (supostamente) caído junto ao sofá da sala tendo batido com a cabeça , o que lhe teria causado a morte, tendo sido posteriormente simulado um rapto da criança, como forma de ocultação.
Comecei a pensar na questão e eis que me vejo a perguntar: - Mas o que levaria um casal- pais, (com amigos à mistura) a fazer tal monstruosidade? Seria apenas para se livrar a uma possível condenação de homicídio por negligência?
Quem, de entre nós, não seria capaz de sentir que, acima de qualquer condenação possível de lhes ser posteriormente ministrada pelos braços da lei, não houvessem já sido condenados à pior de todas?
A morte ,por sua culpa, ainda que não intencional, da sua própria filha...Acredito que qualquer um de nós fosse sentir por estes pais uma extrema compaixão e simpatia, como aliás se verificou no início desta infindável história.
Qual de nós não teve o mesmo sentimento de compaixão por um pai que, cheio de stress e atrasado, deixa o seu próprio filho fechado por horas na sua viatura para apenas o voltar a ver já sem vida? Este pai, mesmo que condenado por esse "esquecimento", já tem para si uma condenação perpétua... A de não mais ver o seu filho, e a pior de todas, a de se culpar para a vida por esse facto...
Mas, dados os momentos que vivemos, com o stress que acompanha a nossa vida, qual de nós nunca fez algo, ou deixou de fazer (ainda que ,felizmente, sem consequências de maior) , para poder agora criticar estes que sofrerão as consequências dos seus actos (involuntários ou impensados) para o resto dos seus dias?
Antes de criticar, devemos pensar em nós, no que já nos aconteceu:
- Nunca me esqueci de calçar o meu filho e levá-lo para a escola de pantufas? ( já me aconteceu, aliás, aconteceu às minhas duas filhas no mesmo dia). Nada de grave, mas...
- Nunca cheguei ao trabalho e me lembrei que o meu filho tinha feito uma birra para comer os cereais e eu tinha acabado por levá-lo para a escola sem que ele tivesse tomado o pequeno- almoço, tendo ligado então para a escola para que lhe dessem algo para comer? ( Esta, confesso que não me aconteceu a mim, mas a uma colega de trabalho)
- Nunca me virei para uma montra, ou falei para alguém que não via à algum tempo e, de repente, deixei de ver a minha filha? ( Durante alguns segundos, é certo, mas não parecem eternidades???)
Não! Não critico o que possa ter acontecido à criança citada no início (ainda desaparecida), nem o que realmente aconteceu à segunda (infelizmente, já longe de nós), critico sim, na primeira situação, a forma como, caso a hipótese apresentada seja verídica e a menina tenha realmente sofrido um acidente naquela noite, a situação foi tratada e camuflada por aqueles que, mais que ninguém, tudo deveriam fazer para preservar e honrar a sua memória , já que nada mais podiam fazer pela menina.
Quem sabe o que aconteceu? E nós, chegaremos alguma vez a saber? Onde quer que esteja, espero pelo menos que esteja em paz... O anjinho!!!!
...sempre...

terça-feira, 12 de maio de 2009

Telepatia...

Enquanto crescia, tive sempre alguém com o qual quase nem precisava falar para que ele soubesse o que estava a pensar. Sempre se ouviu falar deste tipo de relação entre gémeos. Eu não tenho um(a) gémeo(a), mas sempre tive a minha própria versão de gémeo. Uma diferença de 3 anos não impedia que esta empatia se sentisse e a telepatia funcionasse.Era o meu melhor amigo...
Nos dias que correm já não é assim, já não conto com ele para tudo e nunca sei se posso sequer contar com ele.
Mas, mesmo que a telepatia neste caso já não funcione, há outras situações, com outras pessoas, que não me acompanham desde o berço, é certo, mas em que ela nunca deixou de funcionar e que, de quando em vez se manifestam e me levam a pensar como são curiosas estas coisas do " estava mesmo a pensar isso...".
Quantas vezes não ligamos a alguém que nos diz "estava mesmo a pensar em ti" ou "estava mesmo para te ligar". O certo é que, por vezes isso acontece mesmo e acabamos por ter uma conversa muito agradável com alguém com quem já não falávamos à algum tempo (mesmo que andássemos já há alguns dias para lhe ligar).
Por acaso, esta dita telepatia é, além de uma poupança enorme de tempo e palavras, bastante agradável. Espero mantê-la durante muito tempo.
...sempre...

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Voltas do mundo...

Em conversa com uma amiga que trabalha num jardim de infância, falávamos sobre as nossas vidas e num desabafo, começa ela a dizer:
- "É curioso como a vida é, passei 5 anos miserável a trabalhar num sítio do qual saía a chorar só de pensar que tinha de voltar no dia seguinte e agora, eis-me, sem grandes estudos (algo que eu considero uma péssima forma de avaliar alguém, desculpem-me o parênteses) mas completamente realizada a nível de trabalho. Era mesmo o que sonhei fazer toda a vida...Sem nunca me aperceber!"
Realmente, aqui estávamos nós as duas, uma completamente realizada na sua vertente profissional, outra, nem por isso (mas a chegar lá), e alegrou-me saber que as mudanças que esta amiga fez na sua vida foram-lhe benéficas e a sua vida melhorou.
Daqui consigo retirar que, mais do que qualquer outra coisa, se formos e estivermos felizes a fazer ou a pensar em algo ou alguém de que gostamos, a vida tem sempre outra luz!
Por uma coincidência agradável, esta minha amiga dos tempos de escola acabou por tornar-se minha vizinha (algo que só descobrimos depois de ela ter completado a mudança) e os nossos filhos são muito amigos.
É interessante ver as voltas que o mundo dá. E pensar que ainda tantas há-de dar...
...sempre...

terça-feira, 21 de abril de 2009

Empresas e empresários...

Sou uma pessoa que tenho a sorte (ou azar) de conhecer o tecido empresarial de uma forma mais...real. Vejo diariamente e partilho dos esforços que são feitos para não mandar pessoas que considero família para um futuro incerto. O desalento que se apodera do empresário quando pergunta aos funcionários "então, temos trabalho?" e a resposta é curta, simples e directamente "não".
Recebi, através do mail da empresa, vindo dos "Senhores do fraque" um pequeno artigo com o nome de "Ode ao pequeno empresário", que admirei e em simultâneo me entristeceu.
Vou transcrever para aqui uma parte que considero um retrato fiel (infelizmente) da realidade de tantos nos dias de hoje.
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"Eis a história, ou melhor, eis a microdistopia do pequeno empresário. O senhor K. entrega uma encomenda ao senhor Caloteiro. O senhor Caloteiro, tal como o nome indica, não paga ao senhor K., alegando que não tem dinheiro. Porquê? Porque a Câmara Municipal lhe deve dinheiro. Farto deste tandem de caloteiros, o senhor K. avança para o tribunal. Passado um ano, o senhor juiz decide o seguinte: a Câmara Caloteira deve pagar directamente ao senhor K. o montante da dívida do senhor Caloteiro. Mas já passou outro ano, e o dinheiro ainda não chegou. A burocracia da Câmara entrecruza-se com a burocracia do tribunal, criando assim uma orgia burocrática que dinamita a vida do senhor K. Enquanto espera pelo dinheiro, o senhor K. procura reduzir custos. Dos dez trabalhadores da sua empresa, o senhor K. pretende despedir três. Debalde. O senhor K. descobre que é impossível impor um despedimento individual em Portugal. Resultado? Um despedimento colectivo após a falência da empresa."
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O restante artigo poderá ser por vós visto em:
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Aproveito o contexto para esclarecer que, apesar de haver, com toda a certeza, pessoas sem escrúpulos que uilizam a crise para poder despojar os trabalhadores dos seus trabalhos, das suas casa e até mesmo do seu orgulho, outros há que tudo fazem para que tal não aconteça e, quando se chega a este ponto, é com grande pesar no coração que procedem desta forma com alguns (sem nunca lhes negar quaisquer direitos adquiridos), na esperança de o não ter de fazer a todos.
...sempre...

terça-feira, 14 de abril de 2009

O Puzzle da vida...

Porque eu acredito que o puzzle acaba-se por se completar sozinho.
Acredito até que ele já exista e que o futuro se ocupará de colocar as peças no seu devido lugar...
Sempre gostei desta música, não só pela sonoridade, mas mais até pela mensagem positiva. Para todos os que precisam de "ajustar" as peças do seu puzzle ou mesmo se duvidam estar a construir o puzzle certo...


...sempre...

segunda-feira, 6 de abril de 2009

A tale to tell...

...sempre...

terça-feira, 31 de março de 2009

Música na alma...

há um momento, uma experiência, em que a nossa vida muda para todo o sempre


Ontem circulava eu, já tarde, de volta a casa, quando me lembrei de tomar mais atenção na rádio (RFM, que mais?) para colocar aqui algumas músicas mais...inspiradoras, chamemos-lhes assim! Mas não foi tarefa fácil, porque, no espaço de apenas 10 minutos, as músicas que passaram foram tão lindas que, a colocá-las aqui, teria que as colocar todas, o que não deixaria espaço para mais nada.

Assim, resolvi que vou continuar a colocá-las, uma de cada vez, no espaço a elas dedicado, e, para uma quantidade superior, sugiro que acompanhem a RFM!

Histórias e lendas...

Recebi hoje, por email, uma história da qual gostei e aqui a partilho convosco, por acreditar que, quem tem fé e a 'sorte' de acreditar em algo, pode viver mais conformado e feliz e acreditar que os seus desígnios são vontade de alguém com um poder maior. (Gostava de ter esta sorte).

"Um rei que não acreditava na bondade de DEUS. Tinha um servo que em todas as situações lhe dizia: Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito , Ele não erra!
Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão. Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.
O servo apenas respondeu: Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; e ele sabe o porquê de todas as coisas - O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!
Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo .
Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos. Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.
Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afectuosamente.
Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens , justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?
Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito"
Moral da história... Quem não acredita em Deus...perde um dedo!!!
Brincadeira à parte, gostei da história...Espero que gostem também!!!
...sempre...

quinta-feira, 26 de março de 2009

Mudanças...

A quem de dizer que a mudança é nefasta? A quem de dizer que mudar significa que algo de errado aconteceu e agora temos que corrigir o sucedido?
Gandhi dizia "temos de nos tornar na mudança que queremos ver " e eu concordo. Como podemos ousar pedir melhorias na nossa vida e nada fazer para as alcançar? O ditado é velho, mas sempre actual, - quem não está bem, que se mude...
Mudar, educar a nossa mente e a nossa realidade para uma nova realidade pode ser, numa dada altura da nossa vida, o passo mais inteligente que damos.
É certo que, por vezes, a mudança não depende de nós, depende de outros factores, de outras pessoas, mas, se não dá por um lado, por daí advirem obstáculos, viremo-nos então para outro lado e concerteza que esse nos será mais favorável. O que não podemos nunca é desistir e cruzar os braços numa aceitação passiva de que a nossa vida não está bem...e nada podemos contra isso fazer...
Uma mudança já espreita à minha porta e eu, já me começo a preparar para ela. Dentro de alguns dias só me restará abrir a porta e deixá-la entrar!
...sempre...

segunda-feira, 9 de março de 2009

A juventude de hoje...

Ainda me lembro da minha falecida avó dizer "esta juventude está perdida, nunca estão contentes com nada, tivessem as dificuldades que nós tivemos e aí sim, teriam motivos para ser infelizes, agora quanto mais têm mais querem..."
O discurso continuava por tempos infindos (ou pelo menos assim o parecia), sendo que eu fazia, na altura parte da dita juventude perdida.
Um dia destes, estava eu à espera para fazer análises, dei por mim a relembrar estas palavras da minha avó enquanto observava duas jovens adolescentes que acompanhavam a mãe (ou eram por ela acompanhadas) e o seu semblante de tédio que acompanhava cada palavra que era proferida pela progenitora.
Daí a saltar-me para a memória, a felicidade estampada nas jovens que eu vira apenas uns dias antes, na companhia de umas amigas, foi necessário apenas um segundo...
E relembrei-me da minha própria juventude, aquela para a qual a minha avó me alertava de que nada me satisfazia... E tinha razão!
Lembro-me perfeitamente daquela altura em que a família era uma imposição e o nosso "mundo ideal" era composto apenas pelos nossos amigos... Esses seres perfeitos e no entanto tão imcompreendidos como nós éramos. Que estranho era aquele mundo em que nós jovens (detentores do saber absoluto) não éramos venerados pelos mais velhos, porque seria?
Hoje sei e aceito que grande parte das minhas ideias, se levadas a cabo, poderiam ter feito danos irreparáveis na minha vida. No entanto, outras houve, que a poderiam ter facilitado... Nunca saberei... Mas revejo um padrão de comportamento nestas jovens que com notado enfado falam com a família para no instante seguinte abrir um largo sorriso quando o telemóvel toca e é a amiga com quem já não falavam... há 5 minutos!!!
...sempre...

domingo, 8 de março de 2009

Dia da mulher...

Sou contra o dia da mulher… Nos dias actuais, com a liberdade que a mulher tem e com as tarefas que executa, igual ou até melhor que alguns homens, parece-me dispensável que tal dia exista.
Não sou feminista, não é uma data que me ofenda profundamente, mas este dia parece-me, desnecessário e evitável. Se temos que homenagear as mulheres que fizeram com que esta liberdade fosse possivel ( e isso defendo abertamente), então deveria ter-se criado o seu dia, lembrá-las a elas, honrá-las a elas... (afinal, quantos de nós conhecem os seus nomes ou o que tiveram de fazer para que esta liberdade existisse?)
No passado, talvez se justificasse; no mesmo passado em que as mulheres não podiam sair de casa sozinhas, pois o seu dever era cuidar da casa e dos filhos (e isso era um trabalho a tempo inteiro, 365 dias por ano). Nessa altura, o benevolente marido (sim, é mesmo sarcasmo) possibilitava-lhe um dia para si, só para si (ainda assim, muitas, nem nesta data o poderiam fazer).
Agora, honestamente, não entendo porque deve haver um dia da mulher se não há um dia do homem! Se calhar, eles precisam mais disso do que nós…
Também não costumo sair neste dia com amigas ou mesmo amigos… A confusão que a data gera não permite sequer que seja um dia ou uma saída bem passada.
Quando saio, se tenho vontade de o fazer, faço-o em qualquer dia que me apeteça e não num dia específico, apenas porque é “dia da mulher”. Claro que esta é apenas a minha opinião e, aqui, pelo menos, eu dou-lhe valor.
Neste dia, aproveito para desejar a todas as mulheres um bom… domingo!!!
…sempre…

quinta-feira, 5 de março de 2009

Trabalho...

Esta altura do ano é, para mim, habitualmente plena de trabalho, mas este ano, confesso que nem com dias de 60 horas conseguiria colocar o meu trabalho em dia.
A verdade é que sofro de uma doença, que é tão somente a de não conseguir dizer não, quando alguém me pede ajuda, seja para um qualquer trabalho (profissional ou pessoal), seja para lhe arranjar algo necessário para o seu trabalho, ou até mesmo, apenas para o ouvir por disso necessitar.
Não me quero lamuriar, pois sempre que ajudo, faço-o com muito gosto, mas a realidade é que o tempo urge e tenho uma etapa a aproximar-se que se encontra neste momento longe de preparada.
De qualquer modo, se desse tempo que passo a ajudar outrém, advier para essa outra pessoa alguma melhoria, passarei de bom grado, se preciso for, algumas noites (muitas) em "branco" para organizar o trabalho... Agora, a ajuda e a amizade, essas nunca negarei...
...sempre...

Leve é a tarefa quando muitos dividem o trabalho - Homero